Foram hoje aprovada, em reunião de Câmara, uma série de de apoios sociais, perfazendo cerca de mil processos, nas palavras da edil funchalense Cristina Pedra, que referiu que o total alcançou 600 mil euros.
“Foram aprovados 762 processos”, disse, no âmbito do apoio nos medicamentos, no valor de 261 mil euros, mais apoio ao arredamento, em 324 mil euros, a que se junta o apoio à família e natalidade, que perfaz 14 mil euros, indicou Cristina Pedra.
A autarca refere que os apoios sociais aos funchalenses, às famílias carenciadas, mas também com o foco, que classificou de muito grande, na classe média têm vindo a aumentar, desde 2021, precisamente “mais 146%”, o que, reforçou, “traduz-se numa dotação, aprovada e consagrada no Orçamento Municipal, para 2024, de 4 milhões e 200 mil euros”.
A presidente da Câmara do Funchal frisou também o “dinamismo” que a autarquia e o Funchal vivem, dando exemplos concretos, que contrariam as acusações da oposição.
“Não há maior actividade e dinamismo do que este executivo tem feito, sendo que as “famílias funchalenses têm notado que há maior solidariedade financeira e social”, por parte da CMF, como se vê nos apoios sociais, mas também na devolução de impostos aos munícipes – IRS. Só este ano “serão devolvidos 7,7 milhões de euros a todos nós que descontamos para o IRS”, o que não acontecia com o anterior executivo, afirmou.
Pedra enumerou ainda outros benefícios fiscais em vigor, com destaque para os jovens, havendo vários projectos de investimentos, como é o caso do programa de repavimentação de 5,5 milhões de euros para as principais ruas e artérias da cidade, que “estão degradadas por não ter havido investimento significativo no anterior executivo”, culpou.
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