CMF prossegue preparação de acção climática 2030

No âmbito do Plano de Acção Climática, decorreram, na Sala da Assembleia Municipal e  ao longo desta semana, um conjunto de reuniões sectoriais, onde foram auscultados os vários departamentos internos, considerados numa primeira acção para dar a conhecer a metodologia do Plano e começar a definir um conjunto de acções, algumas já em execução, e aflorar novos desafios para esta temática, refere uma nota da edilidade funchalense.

Por outro lado, a equipa do Município Funchal afecta à elaboração do Plano de Acção Climática, em conjunto com a empresa parceira, reuniu com vários “stakeholders” de âmbito público e privado, assim como na vertente municipal e regional.

O Município do Funchal considerou de extrema importância auscultar os vários responsáveis de várias áreas afectadas pelas alterações climáticas. Todas estão directa ou indiretamente, ligadas aos seus efeitos.

Por isso mesmo, reuniu-se com entidades e empresas desde a produção e gestão de energia, das águas, das florestas e agricultura, com as entidades regionais das alterações climáticas, desenvolvimento urbano e rural, com a protecção civil, com a saúde e com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Foram igualmente auscultados as Juntas de freguesia do Funchal, estratégicos na proximidade e contato direto com a população que “sofre” com todos estes efeitos, refere um comunicado da autarquia.

Noutra vertente, reuniu-se também com o sector da mobilidade e transportes públicos, com o turismo e não menos importante com a educação, ao nível do ensino secundário e ensino superior.

A vereadora Nádia Coelho referiu no seminário, que “além de um diagnóstico territorial actualizado em necessária articulação com os dados e práticas da Região, vai ser desenhado um conjunto integrado de medidas e ações de mitigação/descarbonização e de adaptação às alterações climáticas a implementar no concelho, em consonância com os diversos “stakeholders” que connosco estão a desenvolver e farão parte integrante deste Plano”.

O PAC  é um documento estratégico e de continuidade e que, afirma-se, terá um impacto directo na acção do executivo.

Este é um trabalho em conjunto entre o foro público e privado do Funchal, pois só envolvendo a participação de todos será possível chegar a bom porto, podendo, depois, verificar-se as mudanças e acções no terreno para tornar o Funchal numa cidade sustentável e resiliente, atenuando os efeitos das alterações climáticas.


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