Pedro Coelho frisou hoje a importância da visita da “Madeira Primeiro” ao Porto Santo, depois de vários contactos estabelecidos ao longo do dia, com a população local, com empresários ligados ao sector do Turismo e com instituições como a Casa do Voluntário e o Clube Naval.
Coelho diz que foi “ouvir as forças vivas e perceber de que forma é que os assuntos pendentes com a Republica afectam o dia-a-dia de quem aqui vive” e, ainda, reafirmar um compromisso de luta e de trabalho pelo futuro do Porto Santo.
“Aquilo que o Porto Santo e os Porto-Santenses mais precisam é de alguém que, na República, cumpra com a sua palavra e resolva os inúmeros dossiês que estão por resolver, entre os quais, conforme já hoje falamos, se encontra a linha aérea entre a Madeira e o Porto Santo” apontou.
Para este político, é notória a falta de investimento do Estado nos serviços da República que funcionam na ilha. O Estado devia cumprir o princípio da continuidade territorial e perceber as dificuldades acrescidas que decorrem da dupla insularidade, garantindo, entre outras prioridades, a majoração das transferências que lhe competem aos órgãos locais.
“Se lutarmos pela nossa terra e pelo nosso povo, denunciando aquilo que está em incumprimento e exigindo o encontro de novas soluções for, para alguns, ‘demagogia barata’, não faz mal, até porque aquilo que nos move está acima de quaisquer ataques, é a defesa dos interesses e das legítimas aspirações de todos os madeirenses e porto-santenses”, apontou o cabeça-de-lista, dizendo que o PS/M faz lembrar aquela célebre frase que diz que “a mentira dita mil vezes torna-se verdade”.
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