O PTP, “perante os escândalos de tráfico de influências que têm assolado o país, primeiro com o Governo de António Costa no caso do lítio e agora com o Presidente da República no caso das gémeas luso-brasileiras”, defende que “combater o factor cunha deve ser um desígnio nacional”.
“O Presidente da República demitiu o Governo por tentar favorecer os amigos no negócio do lítio, para logo a seguir ele mesmo ser acusado de favorecer duas crianças brasileiras, isto é um ciclo sem fim”, lamentam os trabalhistas.
Para José Manuel Coelho, “normalizou-se” o factor cunha em Portugal e isso está a “colocar em causa as instituições democráticas e os serviços públicos. A cunha tornou-se imprescritível e transversal para o quotidiano dos portugueses e é por isso que os episódios sucedem-se uns atrás dos outros”.
“Estamos a falar de uma cultura que começa nas mais altas instâncias do país às coisas mais corriqueiras do dia a dia. Desde resolver uma simples questão burocrática, a arranjar um emprego, ao acesso a determinados cuidados de saúde, até chegarmos aos grandes negócios”, referiu o dirigente trabalhista.
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