CMF acusa Élvio Sousa de “mentiras” e “falsidades”

O executivo de Pedro Calado reagiu hoje contra as “acusações e alarvidades” com que, no seu entender, “o deputado do JPP, na ALRAM, reiterada e abusivamente, acusa a Câmara Municipal do Funchal no que se refere aos  investimentos previstos, mas ainda não concretizados do grupo LLDL, na RAM.

Assim, o gabinete de Pedro Calado enviou um esclarecimento aos órgãos de comunicação social no qual aforma: (…) que fique bem claro pela população do Funchal que o deputado Élvio Sousa, na sua praxis e dialética políticas, julga, como se prova diariamente, que só por ser deputado pode passar por cima de tudo e todos e dizer tudo o que lhe apetece, acusando tudo e todos da forma mais baixa possível”.

Porém, o gabnete de Calado assegura que os madeirenses, em geral, “estão já mais do que habituados  às suas vis e torpes insinuações e mentiras, que revelam a sua maneira baixinha de ser em política, que é pautada pelo vale tudo, em concreto, espalhar a falsidade e a calúnia”.

O executivo da edilidade funchalense afirma que Élvio Sousa “não faz nem constrói nada, não desenvolve nada nem contribui para qualquer criação  de riqueza ou postos de trabalho, inclusivamente no concelho onde reside, razões pelas quais deveria, aliás,  justificar o seu cargo e ordenado, com trabalho produtivo em prol da população da Madeira e Porto Santo, mas a única  coisa que sabe fazer são acusações e  denegrir a imagem das pessoas, movendo-se em terreno enlameado e pantanoso, nada dignos de um representante do povo, de quem sempre se espera o melhor e não o pior”.

“Como já referido e mais do que uma vez pela Câmara Municipal do Funchal e pelo seu presidente, Pedro Calado, toda e qualquer documentação  é disponibilizada em função de quem a solicita. Mas mais: a CMF não responde perante qualquer partido da ALRAM, apenas o fazendo aos partidos com representação na Assembleia Municipal”, reclama a CMF.

Porém, a autarquia garante que “não se coíbe  de dar e explicar seja que processo for, como, ademais, sempre foi feito”.

“O deputado Élvio Sousa  julga que é dono da verdade e a única pessoa correcta à face da terra, mas, perante a opinião pública, para a enganar, que é só o que sabe fazer e nada mais,  esquece-se, propositada e de má fé, que as decisões de investimento privado são  tomadas pelo Conselho de Administração da empresas e não  pelo Presidente da CMF”, prossegue o comunicado.

“À edilidade, como é óbvio, apenas cabe aprovar e/ou licenciar projectos em face da legalidade e objectivos estratégicos do Município. Por isso mesmo, só uma cabecinha ignorante ou falaciosa,  como parece ser a do deputado Élvio Sousa, pode passar a vida, como o faz,  a enganar os cidadãos  e a  inventar e deturpar a realidade”, indigna-se o gabinete de Calado.

“Tudo o que legalmente é obrigação da CMF fazer, fazemos, como o demonstramos diariamente com responsabilidade e seriedade.  Responder a pessoas que não têm mais  nada para fazer e/ou construir, não é obrigação da autarquia”, sentencia o mesmo.

E prossegue: “Já foi mais do que explicado e apresentado publicamente o processo em curso e tudo o que esta pendente. Mais que isso, a CMF  sempre  esteve disponível  para falar, explicar e apresentar o que é necessário, em particular,  a quem de direito, como às entidades fiscalizadoras, judiciais, empresariais ou outras, como alias sempre foi feito da nossa parte”, assegura.

“Do que foi dado a conhecer à Câmara Municipal do Funchal, o Tribunal Administrativo do Funchal entendeu que o pedido da JPP pode directamente prejudicar terceiros, pelo que pediu à empresa para se pronunciar. Nesta sequência, sabe a autarquia que a LIDL já transmitiu ao tribunal o seu pedido para considerar improcedente o pedido de intimação, em virtude de a informação requerida revelar segredo comercial e da vida interna da empresa, dando assim razão à Câmara Municipal do Funchal. E a deferir o pedido, segundo argumentou a LIDL, este deve ser somente após a conclusão dos processos de licenciamento pendentes no Município do Funchal. O assunto é, agora, entre a LIDL e o requerente do processo, sendo que a autarquia respeitará o que o Tribunal decidir”, conclui a Câmara do Funchal.


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