Estepilha: porque não um teleférico movido a energia nuclear?

Temos de arranjar já o nosso próprio Robert Oppenheimer!

Ao filão inesgotável de ideias estapafúrdias de que, sabe-se, a nossa terra é produtora internacional de relevo, veio juntar-se recentemente a sugestão, por um eminente economista da nossa praça, da utilização de energia nuclear para suprir as nossas necessidades energéticas.

O Estepilha, como bom madeirense, gosta também de estar sempre na vanguarda e sugere mesmo uma outra ideia peregrina, a de um teleférico no Curral das Freiras (o tal que durante 50 anos pagará 2000 euros de renda mensal ao Governo) que seja, ele também, movido a energia produzida, de preferência, na futura central nuclear a construir nas Ginjas. Ali poderia ser instalado o nosso próprio reactor, em plena Laurissilva.

É, no fundo, juntar a riqueza natural à capacidade tecnológica. Capacidade essa que a Madeira, que se gaba até de um “Brava Valley” cujo renome ecoa nos quatro cantos do mundo e de uma universidade que é reconhecida pelos seus pares Harvard, Yale, Oxford e Cambridge, inegavelmente possui.

Não sabemos como ainda ninguém se lembrou disto. Estepilha! Só nos falta o nosso próprio Oppenheimer. Chamemos já os mais renomados físicos madeirenses e avancemos para o nosso projecto Manhattan.


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