O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, visitará amanhã, pelas 10.30 horas, os trabalhos em curso no troço de ligação entre o Jamboeiro e o Galeão, em São Roque.
Este troço integra-se na empreitada designada como ‘Infraestruturas de Acesso e Segurança nas Zonas Altas de São Roque – Troço Jamboeiro, Galeão, Bugiaria”, que incluiu também os troços, já em funcionamento, entre o Galeão e a Bugiaria e de acesso ao reservatório de água naquela zona, bem como a construção do próprio reservatório.
Este troço em construção, agora a visitar, tem uma extensão de 1.080 metros, ligando o Caminho do Terraço (no Lombo Jamboeiro) ao Caminho do Galeão.
Aproximadamente a meio deste troço está prevista uma ligação ao Caminho da Ribeira de Santana, numa extensão de 180 metros, onde se canaliza a linha de água adjacente (Ribeiro Santana).
O perfil transversal adoptado é constituído por uma faixa de rodagem com 5,50m de largura, com dois sentidos, acrescido de valeta com 0.50m, para escoamento das águas pluviais.
Está também prevista a instalação de uma rede de incêndios na totalidade do troço que, interligada ao reservatório construído ao abrigo da presente empreitada, e dotada de marcos de incêndios colocados em pontos estrategicamente definidos, servirá de apoio ao eventual combate aos incêndios.
O troço de ligação Jamboeiro-Galeão representa um investimento de 1,7 milhões de euros e deverá estar concluído no 1.º trimestre de 2024.
Com uma extensão total de 2.960 metros – incluindo o troço com 630 metros, ligando o Caminho da Cova (Bugiaria) ao Caminho do Galeão, e o acesso ao reservatório, com mil metros – a empreitada global está orçada em 4.398.000,00 euros (IVA não incluído). Nesta incluiu-se a construção do reservatório de água para combate a incêndios, com capacidade de 1 200 m3, diz uma informação do Governo Regional.
A empreitada, em termos globais, consiste na criação de importantes acessos rodoviários nas zonas altas de São Roque, na periferia entre uma zona urbana e uma zona florestal, visando facilitar a prevenção e o combate aos incêndios, sendo também uma intervenção fundamental para a protecção da natureza, das pessoas e bens e, por sua vez, para o acesso da população que reside nestas localidades, refere uma nota.
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