O Bloco de Esquerda Madeira anunciou o seu mandatário jovem, situação que se verifica pela primeira vez na história do partido na Madeira.
Diogo Teixeira tem 21 anos e concluiu este ano a licenciatura em Línguas e Relações Empresariais, pela Universidade da Madeira. É o décimo candidato na lista do BE-M às eleições regionais de 24 de Setembro, informa o partido.
A coordenadora do Bloco de Esquerda Madeira e segunda candidata, Dina Letra, aproveita para apontar a importância da juventude para o Bloco de Esquerda Madeira, “não só porque representam o futuro, mas também porque, mais do que dizer que ouvimos as suas preocupações, é necessário fazer acontecer e incentivá-los a intervir, a discutir, a partilhar e a participar activamente na vida da sua cidade e da sua região”.
“A cidadania faz-se de participação cívica e os partidos políticos, no meu entendimento, têm aqui um papel fundamental. O Diogo, tal como o Núcleo de Jovens do Bloco de Esquerda Madeira, têm tido uma actuação muito dinâmica, com a organização de diversas iniciativas quer políticas, como é o caso do Outcast Conversa à Esquerda, o podcast que criram e está disponível no Spotify, quer em outras iniciativas ligadas à causa animal, ambiental e à comunidade LGBTQIA+”, refere.
Para Diogo Teixeira, a decisão do Bloco de Esquerda Madeira de colocar jovens na lista de candidatos a deputados a ALRAM e escolher um mandatário jovem, revela a dedicação e preocupação que o partido tem para com a juventude.
“Os jovens também se interessam por política e pelo futuro da região. As nossas preocupações vão desde temas como a habitação, saúde, educação, igualdade e ambiente! Num futuro que se quer jovem é necessário investir para que os jovens tenham como viver bem na ilha e não apenas sobreviver, estando fadados ao salário mínimo e a trabalhos precários, que mais se assemelham a trabalho escravo. E, ao contrário do que diz o presidente do Governo Regional, os jovens não estão desempregados por opção. A este factor junta-se a crise na habitação que impossibilita que os jovens saiam de casa dos pais com os preços impeditivos das casas e rendas, praticados por toda a ilha”, refere.
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