PSD celebra unidade partidária no Chão da Lagoa e renega “socialismo”, “centralismo” e “colonialismo”

foto arquivo

“O povo” esteve na boca dos social-democratas proeminentes reunidos hoje no Chão da Lagoa, na sua festa partidária, onde “a autonomia” foi também assumida como bandeira e como conquista da responsabilidade do PSD. Num discurso naturalmente triunfalista, o presidente do partido na Madeira, Miguel Albuquerque, apelou a cerrar fileiras contra o “centralismo” de Lisboa, um chavão já muito utilizado desde os tempos do jardinismo, e afirmou que o que os madeirenses não querem “é socialistas”, pois tal implicaria a perda do grande progresso que os social-democratas, na sua perspectiva, têm trazido à RAM. “Colonialismo” foi outro chavão que se fez ouvir, pela voz de Albuquerque, que traçou um panegírico das políticas desenvolvidas no arquipélago e dos resultados obtidos, que obviamente considera excelentes, inclusive do ponto de vista económico-financeiro, empresarial e da empregabilidade.

Com o líder nacional do partido Luís Montenegro, Albuquerque antecipou uma vitórias para este  para o partido que representa, no futuro, mas alertou sempre que os resultados só se sabem mesmo depois de contados o votos. Por isso não se pode gritar vitória sem as necessárias mobilizações e unidade antes dos actos eleitorais.


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