A Galeria Anjos Teixeira promoveu uma iniciativa cultural protagonizada por Lourenço Freitas, coordenador do Museu da Imprensa na Madeira, sobre o papel do “Comércio do Funchal” antes de Abril de 1974.
Esta iniciativa, integrada no ciclo das “Conversas de Abril”, aborda, a partir de agora, semana a semana, factores que fizeram a Revolução de 1974.
Na sua alocução sobre o papel do “Comércio do Funchal”, Lourenço Freitas contextualizou as origens do “jornal que só na cor do papel de impressão era cor-de-rosa”. Enquanto projecto de contra poder durante a ditadura de Salazar e Caetano, os seus conteúdos temáticos, as formas de ultrapassar mecanismos da censura, as redes de distribuição do jornal e as suas ligações com culturas políticas do oposicionismo ao regime, foram notáveis,
Segundo Lourenço Freitas, “o Comércio do Funchal foi o projecto jornalístico que, a partir da Madeira, obteve maior expressão e projecção nacional e internacional”.
Na próxima terça-feira as “Conversas de Abril” terão prosseguimento abordando o papel dos “Padres do Pombal” na transformação da sociedade na Madeira e no Porto Santo antes da Revolução de Abril.
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