Capela de Nossa Senhora da Vitória foi pequena para acolher tantos peregrinos e com animação em força

A Capela de Nossa Senhora da Vitória foi pequena para acolher tantos peregrinos que quiseram juntar-se às celebrações em homenagem à Senhora da Vitória.

Ontem, a partir das 19h30, a celebração iniciou-se com a novena e a missa. O pároco de Santa Rita e desta Capela (situada junto à Cimentos Madeira), Marco Augusto, apelou à vivência da alegria, após mais de dois anos de quebra da socialização, imposta pela pandemia. Na homilia da celebração Eucarística, o padre convidado, Luís Miguel Pedreiro, no seu estilo emotivo e direto, convidou os presentes a meditarem e a acreditarem no papel de Maria como intercessora, como medianeira das graças e como exemplo de humildade e abandono à vontade de Jesus. “Não somos nada, mas com Jesus somos tudo”, disse o sacerdote, recontando o comentário simples mas simbólico de duas velhinhas à porta da igreja. E Maria leva-nos a Jesus, insistiu o sacerdote. Por isso, a homenagem à Senhora da Vitória faz todo o sentido.

Os Amigos da Música com uma atuação muito aplaudida.

Após a celebração litúrgica, a festa – sem festeiro oficial, papel assumido pelo povo com a generosidade dos seus donativos – fez-se no exterior da capela, com muita animação, pelo grupo musical “Os Amigos da Música”, ao som da bela voz da vocalista e da interpretação do grupo, intervalada com um momento curioso de aula de zumba que contou com a participação ativa dos populares.

A missa da festa será hoje pelas 17 horas, seguida de procissão.

A aula de zumba no arraial pelos dançarinos Sérgios, muito participada pela população.