O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, apresentou hoje mais um empreendimento habitacional a custos controlados. É o sétimo na RAM e situa-se na Calheta, onde nascerão 26 novos fogos, num investimento de 4,2 milhões de euros.
Albuquerque visitou o terreno onde serão construídos os fogos, local que, segundo nota governamental, já foi destinado a acolher o novo centro de saúde da Calheta, mas que foi entretanto construído no lugar onde estava implantado a antiga unidade.
Na oportunidade, sublinhou o facto de o seu Executivo estar a implementar um programa de promoção de construção e aquisição de habitação para famílias de médio rendimento e para os jovens casais, que abarca todos os concelhos da Região.
«A Calheta é um caso muito particular. Aliás, o senhor presidente da Câmara já tinha falado connosco, devido à subida dos preços de habitação e dos terrenos que tem acontecido em todas as freguesias do concelho, na sequência da elevada procura, sobretudo, de residentes estrangeiros.
Esta situação implica que o concelho tenha de ter para as famílias, sobretudo para os jovens casais, boas habitações a preços inferiores aos de mercado», explicou.
Neste sentido, surge agora este projecto de 26 fogos, que deverá ser colocado a concurso público até ao final do ano.
Serão fogos de diversas tipologias (T1, T2 e T3) e que serão, explicou o governante, “colocados no mercado no regime de renda acessível, em função dos rendimentos dos casais e que depois, ao fim de seis anos, poderá ser convertida em renda resolúvel”.
O facto de o terreno ser do Governo veio também diminuir os custos da empreitada.
Este é um projecto para todos os concelhos. Falta apenas encontrar terrenos na Ribeira Brava e no Porto Moniz para a sua implementação, disse o chefe do Executivo madeirense.
Para o prédio hoje apresentado, estão previstos 31 estacionamentos exteriores, bem como um espaço de apoio social com funções cumulativas para uso de condomínio, localizado em zona ajardinada exterior comum.
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