Bolt e TáxisRAM anunciam parceria para aumentar oferta de transporte na Madeira

Numa iniciativa que pretende impulsionar o setor dos transportes na ilha, a Bolt e a TáxisRAM chegaram a acordo para um projeto-piloto que juntará a operadora multimodal estoniana e a maior associação madeirense de táxis.

Com o intuito de incentivar os madeirenses a tirar o maior proveito possível desta parceria, serão ainda reforçados os descontos para os utilizadores durante os dois primeiros meses. A Bolt está também a preparar uma campanha especial para novos utilizadores no aeroporto do Funchal, que iniciará em agosto, com vista a reforçar a promoção desta união entre os dois serviços de transporte de passageiros.

«Contaremos com 50 táxis associados até ao início de agosto. Acreditamos verdadeiramente que esta sinergia com a TáxisRAM só trará benefícios para todas as partes envolvidas. A Madeira é um dos destinos mais procurados e galardoado, tanto a nível nacional como global, e tem muito para oferecer nesse sentido; assim, sentimos que tanto os turistas que queiram desfrutar da beleza natural da ilha, como os locais para as suas deslocações diárias, terão aqui a oportunidade de usufruir de um serviço mais adequado às suas necessidades. Enquanto plataforma de mobilidade, estamos muito entusiasmados com as perspetivas que este primeiro passo abre, e esperamos que este seja apenas o início de uma colaboração frutífera», destaca Nuno Inácio, responsável de Ride-hailing da Bolt em Portugal.

Segundo Paulo Pereira, Presidente da TáxisRAM, «este acordo entre a Bolt e a Associação TáxisRAM será uma iniciativa importante no sentido de impulsionar o setor de transporte de passageiros na Região Autónoma da Madeira. Permitirá otimizar recursos aliando a prática tradicional do exercício profissional de táxi com as novas formas associadas às plataformas online. Assim, conseguiremos articular de modo eficiente os condutores destas duas modalidades, não só aumentando a disponibilidade destes serviços na Região, mas consequentemente reduzindo, também, os tempos de espera. A coexistência dos dois regimes jurídicos distintos será, desta forma, uma mais-valia para corresponder à procura que existe atualmente no setor – beneficiando tanto os madeirenses como quem visita o arquipélago.»