Albuquerque mostra-se no Congresso Nacional do PSD disponível para colaborar acima dos lugares

“Não estamos aqui para fazer um auto-flagelo relativamente ao passado, temos é de olhar para o futuro e trabalhar para sermos uma alternativa de poder”, afirmou Miguel Albuquerque, no 40º Congresso Nacional do PSD, que ontem se iniciou no Pavilhão Rosa Mota, na cidade do Porto.
Miguel Albuquerque defende que ninguém deve ter vergonha do passado – até porque é “um Partido que tem uma história de serviço ao País que foi muito relevante” – que deve reforçar a sua unidade na ação e apresentar um programa política alternativo.
Albuquerque mostrou ainda a sua disponibilidade para ajudar a liderança nacional: “Estou disponível para colaborar, a nível nacional, com o Partido, independentemente dos lugares”, disse, uma colaboração que, no contexto nacional, entende como o necessário escrutínio ao Governo, “aquilo que as pessoas esperam numa democracia”.
Miguel Albuquerque, José Prada, Jaime Filipe Ramos, Guilherme Silva, Pedro Calado, Cláudia Monteiro de Aguiar e Bruno Melim, são, a par dos três deputados eleitos à Assembleia da República – Sérgio Marques, Sara Madruga da Costa e Patrícia Dantas, alguns dos nomes que fazem parte da lista dos 30 Delegados do PSD/Madeira que participam neste Congresso.
Um Congresso que irá consagrar a posse do novo Presidente da Comissão Política Nacional do PSD, Luís Montenegro, que alcançou, na Região e aquando das eleições internas do passado dia 28 de maio, a expressiva maioria dos votos dos Militantes, depois de ter escolhido Miguel Albuquerque e Pedro Calado como seus Mandatários Nacional e Regional, respetivamente.