JPP responde a críticas do PSD sobre “imagem descuidada” no Caniço

O JPP enviou à generalidade da comunicação social uma resposta à notícia publicada ontem, 28 de Junho, às 21h05 pelo Diário de Notícias com o título “coligação cumprir Santa Cruz crítica imagem descuidada e serviços básicos que não funcionam no Caniço”.
A concelhia do JPP Santa Cruz comenta, pela voz de Élia Ascensão: “Decorreu no dia 28 de Junho pelas 19h00 a segunda reunião ordinária de Assembleia de Freguesia do Caniço do ano 2022, reunião que serviu para dar conhecimento aos membros eleitos, os fluxos de caixa no que respeita à despesa e à receita, bem como o plano de atividades corresponde a este trimestre.
O grupo eleito pelo JPP apresentou uma proposta para a implementação de algumas zonas de coexistência no Caniço de forma a melhorar a segurança e a atractividade no espaço público.
As zonas de coexistência são vias onde pela sua natureza, coexistem diversos usos, que interessa compatibilizar. No entanto, o elemento prioritário no espaço público é o peão, apesar do veículo ter sempre garantido o direito de acesso a estas zonas.   As zonas de coexistência estão legalmente previstas no código de estrada, sendo que devem estar sinalizadas à entrada e à saída com o sinal H46 – Zona Residencial ou de Coexistência e H47 – Fim de Zona Residencial ou de Coexistência, respectivamente”.
“A ideia desta proposta é executar este projecto piloto e gradualmente equacionar a implementação desta medida noutros arruamentos da freguesia. A mesa da assembleia decidiu remeter esta excelente proposta para a Câmara Municipal de Santa Cruz para que a mesma seja equacionada.
De realçar que a coligação PSD/CDS mais uma vez, e como já era de esperar, não apresentou nenhuma proposta para a freguesia ou para a população num incumprimento vergonhoso da função para a qual foram eleitos pelo povo, adoptando comportamentos que voltam a mostrar que não percebem nem sabem o que andam ali a fazer, misturando competências, de direito privado com vias públicas, ou fazendo eco de disparates proferidos pelos deputados municipais da coligação numa total falta de originalidade que resulta num plágio vazio de conteúdos de utilidade pública e em textos escritos previamente para envio imediato à comunicação social que não são mais que a angustiante necessidade de enganar os mais distraídos e levá-los a pensar que estão a fazer alguma coisa pelo Caniço”.
A concluir, Élia Ascensãoo recorda que quando o PSD deixou o poder em 2013, os serviços camarários tinham um único carro do lixo, “facto que nós corrigimos com um investimento de 1.6 milhões que permitiu adquirir 9 viaturas novas, um investimento sem paralelo no tempo destes senhores. E quanto a lixo, ficávamos conversados”.

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