Rui Marote
A História não se apaga com uma borracha. Fazemos mea culpa: o “Estepilha” publicado ontem tem sido alvo de manifestações dos nossos leitores até no mundo da diáspora. Mas tem imprecisões. Ontem fomos alertados por uma bisneta, que fez chegar ao FN uma nota que o meu computador cerebral baralhou: “A” D. Mariazinha ” A Escala” não foi mãe do Checa e Abróteas, meus tios, mas sim avó, e o Ernesto, também jogador do Marítimo, não era da nossa família”, esclareceu-nos.
“Eu própria vim a mundo pelas mãos habilidosas da Mariazinha “Escala”, minha bisavó”, disse-nos. Quanto ao Ernesto detectei o erro mais tarde: digo, Virgílio, que jogou no Marítimo e mais tarde no Belenenses.
Desta vez o meu “delete” não funcionou e faço este “refresh”. O Presidente da Assembleia Regional José Manuel Rodrigues, também compartilhou o post, deixando a seguinte mensagem: “A Escala era uma grande mulher. Outras, por muito menos, já mereceram condecorações”. Da África do Sul chegou-nos a informação: “A Mariazinha, a “Escala”, era uma adepta incrível do Marítimo e com toda aquela emoção, um jogador remata não remata, ela “rematou” pregando-me um pontapé nas costas motivo de gargalhada depois.”
Repito o “mantra” que aprendi com meu saudoso professor Sousa e Freitas: “História é a narração dos acontecimentos do passado que contribuíram para o aperfeiçoamento das condições intelectuais e espirituais cujo protagonista é o próprio homem”…
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