
Durante anos, o parque de campismo do Porto Santo teve uma dinâmica intensa mas também contriversa. Com uma localização privilegiada, junto à praia, albergou milhares de campistas, estando hoje votado ao silêncio, mas sempre com uma vegetação bem cuidada. No entanto, este silêncio será por pouco tempo, uma vez que o Governo Regional pretende animar a extensa e central área com a criação de um parque público para o lazer dos milhares de visitantes.
A iniciativa foi divulgada por Miguel Albuquerque em junho deste ano, com a promotora da empreitada, a Secretaria Regional do Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas. Um “pulmão verde” para nascer, a partir de 2022, com um orçamento de dois milhões de euros.

Neste momento, o bulício do extenso parque fica apenas na memória dos visitantes e residentes, umas vezes pelos utilizadores apaixonados pela aventura, outra vezes pelas polémicas sobre o barulho e a deficiente funcionalidade do campismo. Mas tudo isto levará uma volta, asseguram Miguel Alb uquerque e Susana Prada, com o novo projeto do parque público que contempla a plantação de árvores indígenas, a reabilitação das dunas, campos de desporto de praia, núcleo de tecnologias digitais e espoaço para estacionamento. Uma estrutura que promete atrair ainda mais os visitantes a um destino que é sempre aprazível e procurado por madeirenses e forasteiros, não só no verão mas ao longo do ano.
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