Rebocador “Cte. Passos Gouveia” em docagem no continente

Foto Rui Marote

De três em três anos, os rebocadores do Porto Do Funchal deslocam -se ao “rectângulo” português para se submeterem a uma inspecção do navio e do equipamento. Após concurso público, foi a Naval Tagus o estaleiro escolhido para efectuar essa manutenção, que tem um custo de 300 mil euros, e se prolongará durante um período de 30 dias. Porém, apurou o FN, a mesma está a sofrer um ligeiro atraso na chegada de componentes necessários, motivada pelos condicionalismos colocados pela recente pandemia. O rebocador, para esta viagem de alto mar, teve de reforçar a sua tripulação com a vinda do território nacional de um comandante e de um imediato. O regresso está previsto para meados de Novembro.

Entretanto, desde Março que o porto do Funchal não recebe navios de cruzeiro. Este “período de nojo” foi, entretanto, aproveitado para a manutenção da muralha de acostagem com novos cabeços. O Funchal Noticias alertou há meses atrás que a APRAM estava a deparar-se com dificuldades financeiras, com a falência a bater a porta. Para evitá-lo, o Governo Regional injectou 4,5 milhões de euros para tapar esse rombo causado pela pandemia, numa altura que a que as previsões de chegada de navios de cruzeiro são incertas, sem uma luz no horizonte.