Funchal investe 20 mil euros em novas acessibilidades no Auditório do Jardim Municipal

O Vereador com o pelouro das Obras Públicas na Câmara Municipal do Funchal, Rúben Abreu, visitou, esta semana, o Auditório do Jardim Municipal, onde decorrem um conjunto de importantes obras de beneficiação, com vista à criação de novas acessibilidades. A intervenção, no valor de 20 mil euros, vem permitir que este espaço cultural fique acessível a pessoas com mobilidade reduzida.

Rúben Abreu explica que “as obras vão contemplar a construção de uma rampa de acesso ao auditório e também de uma instalação sanitária para pessoas portadoras de deficiência. Serão, igualmente, realizadas intervenções para correção dos desníveis existentes na entrada para o palco, a fim de debelar algumas dificuldades sentidas por crianças, pessoas com deficiência motora e idosos, que utilizam este espaço ao longo do ano em diversas atividades e espetáculos”.

Esta intervenção da Câmara Municipal do Funchal no Auditório do Jardim Municipal junta-se a uma série de investimentos no campo da inclusão e da acessibilidade que o Município tem levado a cabo nos últimos anos em diversos equipamentos culturais da cidade, desde logo no histórico Teatro Municipal Baltazar Dias, com a implementação, entre outros, de trepadores de escadas para facilitar o acesso ao palco e ao Salão Nobre, a disponibilização de lugares para invisuais e para pessoas em cadeira de rodas na sala de espetáculos, e também com a remodelação da bilheteira de forma a torná-la acessível, com uma entrada nivelada e um balcão rebaixado.

Nos museus municipais Henrique e Francisco Franco e A Cidade do Açúcar, a Autarquia adquiriu, igualmente, audioguias e ainda réplicas de peças que permitem o manuseamento e tato por parte dos visitantes com deficiências auditivas e visuais, e realizou diversas obras de rebaixamento dos degraus, colocação de rampas, construção de casas-de-banho adaptadas e criação de zonas de descanso e contemplação.

“Procuramos quebrar barreiras físicas, seja no espaço urbano ou no campo cultural e turístico, pois não podemos consentir que as pessoas fiquem em casa e deixem de participar ativamente na vida cultural da cidade, porque fisicamente os locais se encontram inacessíveis. A cidade e a Cultura têm de estar acessíveis a todos, e o nosso Executivo camarário tem trabalhado, desde há bastante tempo a esta parte, para tornar o Funchal mais acessível e mais inclusivo, e é com orgulho que os resultados estão à vista”, concluiu Rúben Abreu.