





O Funchal teve hoje o primeiro dia de reabertura do comércio, dos cabeleireiros e dos barbeiros. Nem todos reabriram, provavelmente nem todos estariam devidamente preparados para o cumprimento das medidas de proteção exigidas em contexto da resolução regional de desconfinamento. As medidas são “apertadas”, máscara obrigatória no interior e muito recomendada no exterior, higienização nos espaços, distanciamento obrigatório.
Na generalidade dos casos, numa visita pela cidade, pudemos constatar algumas filas para lojas que têm a ver com tecidos e adereços para as máscaras, mas há uma tónica dominante, em termos globais e sem qualquer aferição rigorosa do que se terá passado durante todo o dia. De facto, no período em que o Funchal Notícias obteve estas imagens, o cumprimento era visível, tanto nos longos períodos de espera no exterior dos estabelecimentos, como nos autocarros e mesmo em espaços livres, eram muitas as pessoas que usaram proteção.
Esta retoma, que o Governo pretende seja gradual, teve hoje uma espécie de dia zero, de preparação para o que acontecerá certamente nos próximos dias, com a reabertura de mais espaços. Miguel Albuquerque, a este propósito, disse hoje, no contexto de uma visita a Câmara de Lobos, que “os espaços comerciais estão a abrir aos poucos e poucos, como eu queria e esperava, de forma progressiva e com todos os cuidados. Está a correr bem. O pior que poderia acontecer seria termos uma abertura abrupta, repentina, de todo o sector comercial», disse
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