Afinal, as cerimónias de Fátima, a 12 e 13 de maio, podem ter fiéis presentes. A ministra da Saúde admitiu essa possibilidade, em entrevista à SIC: “Se essa for a opção de quem organiza as celebrações, de organizar uma celebração do 13 de Maio onde possam estar várias pessoas, desde que sejam respeitadas as regras sanitárias, isso é uma possibilidade”.
Face à situação de isolamento da população devido à COVID-19, o Santuário de Fátima anunciou que a Peregrinação de maio será este ano celebrada sem a presença de peregrinos.
Acontece que depois das comemorações do 25 de abril, e sobretudo do 1 de maio, na Alameda, em Lisboa, onde era possível observar, à volta, vários ajuntamentos, gerou-se uma onda de descontentamento inclusive na Igreja Católica. Porquê abril e porquê o 1 de maio e não Fátima?
Estas palavras de Marta Temido, agora, são interpretadas como uma compensação pelo facto de terem ocorrido as comemorações do Dia do Trabalhador com muita gente e com autocarros vindos de várias partes do país quando era proibido circular entre concelhos.
Resta saber, agora, como vai reagir os responsáveis do Santuario face a este novo enquadramento de poder haver peregrinos, embora respeitando as recomendações de distanciamento e segurança. Não será tarefa fácil numa cerimónia daquela relevância, que normalmente concentraria multidões. Como fazer a “seleção” de presenças é a grande questão.
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