A cada ano se alerta para a prevenção e combate à violência inter-género. E somos tantos a indagar e a reclamar por uma resolução efectiva : “mas quando e como é que isto acaba?”. É um processo que para além de punitivo é sobretudo de educação e sensibilização para a mudança de mentalidades.
No caso dos jovens há que os educar para a prevenção das violências pois, na maioria das vezes, estes não reconhecem as manifestações de violência no namoro, considerando-as mesmo “naturais” no contexto relacional, refere um comunicado do MDM.
Por isto, refere o movimento, há que empreender estratégias ao nível social ( e sobretudo no contexto escolar) para que mais sensibilização e informação sobre os direitos e deveres numa relação de namoro seja facultada para a prevenção de conflitos e violências . Até porque – e para mais nas idades juvenis – ser-se vítima de uma pessoa que elegemos afectivamente, pode tornar-se numa experiência difícil de ultrapassar… Quando o mais imediato dos sentimentos é a culpa que inculcam a si mesmos e que os priva involuntariamente de bons conselheiros (amigos, pais, professores…) que os indiquem e esclareçam que ninguém tem o direito de ser violento connosco! E que seja qual for o tipo de violência , nenhuma é aceitável ou justificável.
Uma agressão, seja ela qual for, nunca é uma prova de amor!”Quem ama não agride”, conclui-se.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.





