Devíamos poupar pelo menos 10% do que ganhámos, aconselha David Correia na escola de São Roque no Dia Mundial da Poupança

O quadro do banco Santander Totta, David Máximo Correia foi hoje à Escola Dr. Eduardo Brazão de Castro, em São Roque sugerir que cada um de nós poupe pelo menos 10% do que ganha.

O conselho foi deixado numa iniciativa promovida pelo projecto escolar “Barómetro da Poupança -Todos Contas”, no âmbito da Literacia Financeira e Educação para o Consumo.

Segundo David Correia, os dados indicam que, em Portugal, se poupa sensivelmente metade da média dos países da União Europeia.

Tendo ainda hoje sido divulgado que poupa-se hoje em Portugal três vezes menos do que se poupava nas décadas de 70 e 80.

O orador, David Correia é quadro da banca.  Foi director regional do Banif desde 2010 e transitou do ex-Banif para o Totta após a aquisição dos activos e passivos do ex-Banif pelo Santander.

Refira-se que o Dia Mundial da Poupança celebra-se anualmente a 31 de outubro.

O objetivo deste dia é consciencializar as pessoas acerca da necessidade de poupar, bem como da sua importância em resposta a dificuldades financeiras.

Origem do Dia Mundial da Poupança

A data foi criada com o intuito de alertar os consumidores para a necessidade de disciplinar gastos e amealhar alguma liquidez, de forma a evitar situações de sobre-endividamento.

A ideia de criar uma data especial para promover a noção de poupança surgiu em outubro de 1924, durante o primeiro Congresso Internacional de Economia, em Milão.

Assim, a data foi comemorada pela primeira vez pelo Instituto Mundial de Bancos de Poupança, em 1925, na Itália.

O que é o projeto Barómetro da Poupança?

O “Barómetro da Poupança – Todos Contam” é um projeto de cariz não disciplinar, que visa a implementação da Literacia Financeira e Educação para o Consumo na Escola Básica dos 2.º e 3.º ciclos, Dr. Eduardo Brazão de Castro.

Pretende contribuir para melhorar os conhecimentos e comportamentos financeiros dos alunos e formandos, de todos os ciclos de ensino (2.º e 3.º) e de todos os percursos educativo-formativos (Cursos de Educação e Formação e Educação e Formação de Adultos), aumentando os seus níveis de alfabetização económica, tendo em conta os respetivos níveis de desempenho e as suas necessidades específicas.