Jardim entra no último comício do PSD-M antes das eleições de domingo

“Aqui na Madeira, mandam os Madeirenses e é por isso que António Costa será derrotado, no próximo dia 22 de setembro, pelo povo Madeirense. Um Povo que tem a lucidez de não embarcar no embuste dos socialistas, que sabe o que quer e que não vai voltar ao passado”, disse Miguel Albuquerque, esta noite, ao lado de Alberto João Jardim, naquele que foi o último comício desta campanha. Altura em que apelou, mais uma vez, a uma votação expressiva que permita governar com estabilidade.

Assumindo a sua luta contra todos aqueles que representam a “ofensiva do centralismo liderada por Lisboa”, Miguel Albuquerque mostrou-se confiante na vitória este domingo, dia 22 de setembro, mas garantiu que o seu partido “vai lutar até ao fim, até ao último dia, para vencer as Eleições, em nome do futuro das novas gerações”.
Um futuro que se recusa a “hipotecar”, entregando o poder a Lisboa e a “incompetentes e nulidades políticas, a coligações negativas, a uma coligação de socialistas, comunistas e extremistas”, a pessoas que não tem qualquer visão, ideia ou projeto de desenvolvimento para a nossa terra.
Palavras proferidas no último Comício de Campanha para as Regionais no Funchal, onde o líder dos Social-democratas fez questão de relembrar que o que está em causa, no próximo domingo, é “o futuro da nossa Região e a salvaguarda da nossa Autonomia”, apelando a uma “votação expressiva nas próximas eleições”, a uma votação que “permita formar um governo com estabilidade e tranquilidade para o futuro”.
“Os Madeirenses e Porto-Santenses têm a lucidez necessária para não se deixarem iludir pelo embuste que é o Partido Socialista e o seu candidato na Madeira, que não passa de uma barriga de aluguer de António Costa”, vincou o Líder dos Social-democratas, assegurando que “o povo Madeirense não precisa nem quer voltar a ser mandado como no passado, não quer nem precisa de sofrer o que sofreu no passado, quando não tinha acesso à saúde, à educação, à cultura e à tudo aquilo que duas gerações lutaram para conquistar, em nome de todos.”
Em duas gerações, continuou, o Partido Social-democrata, “que nunca se verga nem se vende, lutou para termos a nossa autonomia, o nosso desenvolvimento e uma Madeira onde as novas gerações têm futuro”, vincou Albuquerque, sublinhando que tudo aquilo que foi conquistado, ao longo dos últimos 43 anos, não pode ser agora posto em causa.

“Vamos colocar tudo isto em causa para entregar o poder aos comunistas e socialistas?”

Falando à multidão que fez questão de associar-se a este último comício do Partido, Albuquerque lembrou que foi graças ao PPD/PSD que a Madeira e o Porto Santo evoluíram a todos os níveis e que hoje o acesso à saúde, à educação, à cultura está ao alcance de todos e não apenas de alguns.
“Vamos colocar tudo isto em causa para entregar o poder aos comunistas e socialistas?”, questionou, afirmando que não é esse o caminho e que, mais do que nunca, o povo Madeirense deve honrar o seu passado e “o trabalho que que foi feito para termos, hoje, a nossa liberdade, autonomia e democracia”.
“O que seria de nós se voltássemos ao ano de 1975?”, perguntou, ainda, o Presidente do PSD/M, numa ocasião em que criticou fortemente a forma como o PS/M encarou este processo eleitoral e o facto do candidato socialista – que se diz disposto a tudo para chegar ao poder – se ter disponibilizado para governar, em coligação, “mesmo perdendo as eleições como vai perder.”
“Há uns meses atrás, pensavam que isto ia ser um passeio, que íamos entregar o poder a Lisboa sem luta, que iam enganar o nosso povo(…). Mas quem pensam quem são? Vão gozar com o nosso povo? Vão é ser derrotados mais uma vez e é a Madeira que vai ganhar”, assegurou.
Miguel Albuquerque fez, ainda, questão de agradecer, na sua intervenção, todo o apoio que recebeu nesta campanha, tanto dos militantes quanto da população.
“Independentemente do que acontecer no próximo domingo, eu ando na rua e ninguém me acusa de não ter cumprido os meus compromissos para com a Madeira”, rematou, insistindo que para que os Madeirenses e Porto-Santenses continuem a viver numa sociedade livre, com prosperidade, desenvolvimento e em harmonia, só há uma escolha: votar PPD/PSD.

Alberto João Jardim. “Estou aqui por convicção e orgulho num povo que sempre nos deu a confiança. Um povo que não vai trair o futuro”

“Estou aqui hoje por orgulho e convicção naquilo que fomos capazes de construir, graças ao apoio e à confiança do povo Madeirense”, disse Alberto João Jardim, lembrando que a Madeira só chegou aos patamares de desenvolvimento hoje conhecidos porque acreditou na social-democracia e, não, no capitalismo, no socialismo e no comunismo, que hoje, mais do que nunca, são uma ameaça à nossa Região.

“Os Madeirenses e Porto-santenses vão continuar a jogar na Social-democracia porque sabem que nós somos o equilíbrio entre o capitalismo de antigamente e o socialismo e o comunismo que nos ameaça”, sublinhou, afirmando que este é o tempo da união, da mobilização e da convicção do Partido rumo à vitoria de 22 de setembro.

“Desde que todos se unam pela Bandeira do nosso Partido e desde que todos saibamos estar unidos, eu serei o primeiro a estar na linha da frente para defender as nossas reivindicações”, assegurou Jardim, vincando que “não podem existir indecisões quando sabemos o que temos do outro lado”.

E do outro lado, continuou o presidente honorário do PSD/M, temos um partido Socialista que está disposto a chamar os comunistas para poder governar, que não se lembra da falta de respeito e das humilhações que a nossa população sofreu nas mãos de Lisboa e que não se compromete nem garante nada para o futuro da nossa Região, alegou.

Jardim questionou se os madeirenses vão mesmo votar em quem não acredita na Autonomia, em quem é contra a Zona Franca e os seus 3.000 postos de trabalho, em quem não se compromete com a criação de um sistema fiscal próprio para a Madeira que beneficie as classes mais desfavorecidas, em quem só carrega os madeirenses com impostos e mais impostos, em quem não permite aos madeirenses usufruírem de fundos europeus para se desenvolverem, em quem obriga o nosso povo a pagar a dívida duas vezes e em quem não cumpre com as suas obrigações na mobilidade aérea e marítima.

“Em nome do que fomos e do que somos, do que somos capazes de fazer, em nome da verdade, da nossa alma, dos nossos filhos e netos, não estraguem isto agora”, rematou, dirigindo-se aos indecisos e àqueles que querem correr riscos para colocar tudo em causa.

José Prada apela ao voto e diz “contar com todos” para a vitória de 22 de setembro

“Chego a este dia pessoalmente sensibilizado pela excelente união e mobilização do nosso Partido. Um Partido com garra, que saiu à rua e que percorreu as ruas, os becos e todos os recantos dos 11 concelhos e das 54 freguesias da Região, entregando-se ao combate e defendendo, acima de tudo, a nossa Bandeira e a nossa Autonomia”. A afirmação é do Secretário-geral do PSD/M que, esta noite, na sua intervenção final, agradeceu, fortemente, o trabalho de todos os militantes nesta campanha, mas, também, “o apoio, a força e a confiança de toda a população”. Uma população que merece o maior respeito e que nos obriga a um compromisso honesto, humilde e responsável, para o futuro, vincou.

José Prada que sublinhou “contar com todos” para que, este domingo, a 22 de setembro, seja celebrada a vitória “da Autonomia, da liberdade, da estabilidade, do desenvolvimento, do nosso futuro e do futuro dos nossos filhos”, reiterando que o PPD/PSD “é o único Partido capaz de garantir o melhor futuro para a nossa Região”.

“Não queremos geringonças na Madeira! Não queremos ser mandados por Lisboa nem queremos perder tudo aquilo que conquistámos, em 43 anos de Autonomia!”, alertou o Secretário-geral, apelando, mais uma vez, ao voto de todos os Madeirenses e Porto-Santenses no único partido com visão, rumo e capacidade de governar a Madeira”.