PTP formaliza candidatura à Assembleia da República e diz que “é preciso uma voz incómoda”

Os trabalhistas entregaram hoje no Palácio da Justiça a sua lista à Assembleia da República, pelo círculo da Madeira. A mesma é encabeçada por José Manuel Coelho. O mandatário é o jornalista e ambientalista Dionísio Andrade, que, à saída do tribunal, explicou aos jornalistas que “a Madeira vive um momento de grande indefinição e de grandes problemas políticos e sociais (…), o poder político foi capturado pelo poder económico e que só com uma candidatura forte como a do José Manuel Coelho, que está desde a primeira hora na luta contra “a máfia no bom sentido”, contra o “jardinismo”, uma pessoa com com coragem para enfrentar a corrupção, o tráfico de influências, o amiguismo, os monopólios, e as oligarquias”.

“O José Manuel Coelho tem sido perseguido pelos tribunais por ser uma voz incómoda, que não se deixa vender nem render aos poderosos desta terra. Se o JMC tivesse casas para alugar a juízes e magistrados, se tivesse passado licenças para construção em zonas ilegais, se não tivesse denunciado as vigarices dos agentes de execução, se não tivesse denunciado a corrupção e se tivesse passado facturas falsas para fugir aos impostos, não tinha problemas com justiça da Madeira. É preciso uma voz na Assembleia da República para denunciar as poucas vergonhas da política madeirense”, declarou o mandatário da candidatura.

A candidatura do PTP, assenta em três importantes vectores: o salário mínimo para os 900 euros, valor mínimo de pensões e reformas fixadas no ordenado mínimo nacional e idade da reforma aos 65 anos.

José Manuel Coelho, Elsa Cravo, Edgar Silva, Alexandro Pestana, Carla Alves são os candidatos pela Madeira.


Descubra mais sobre Funchal Notícias

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.