O vice presidente do Governo Regional foi hoje à Expomadeira garantir a continuidade do apoio governamental para que as empresas cresçam, sublinhando que o “o tecido empresarial, setor privado, “é o principal responsável pelo crescimento da economia, não o setor público, que é apenas um parceiro fundamental para que se criem condições de redução de carga fiscal e, com isso, as empresas terem mais dinheiro para investir e criar postos de trabalho”.
Relativamente à redução dessa carga fiscal, o vice presidente disse não ser política do governo mexer nas receitas fiscais associadas ao consumo, considerando que “o IVA é um imposto indireto e que é pago nas transações mediante o consumo. Estamos mais empenhados numa redução direta nos impostos diretos, o IRS para particulares e o IRC para as empresas. Estamos a fazer isso há alguns anos, as pessoas sentem que têm mais dinheiro disponível, as famílias pagam menos pelas creches e pagam menos pelos passes sociais. Nas empresas, também fizemos um desagravamento fiscal, 98, 99%% do tecido empresarial madeirense beneficia de uma taxa de IRC de 13% até 15 mil euros de matéria coletável”.
Pedro Calado diz que mexer no IVA não significa que as pessoas sintam no imediato essa redução. E revela que reduzir um ponto percentual nesse imposto ao consumo resultaria numa perda de receita na ordem dos 15 milhões de euros.
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