PRD-Madeira considera importante defender o CINM na União Europeia

O PDR-Madeira veio sublinhar que defende nestas eleições Europeias 2019 o Centro Internacional de Negócios da Madeira (CINM), por considerar que o mesmo é um importante instrumento de atracção de investimento externo e contribui para o desenvolvimento económico regional e para a modernização, diversificação e internacionalização da economia madeirense.
A criação do Centro Internacional de Negócios da Madeira, diz o PDR, permitiu o desenvolvimento de actividades fora dos sectores tradicionais, “o que fez com que a economia regional ultrapassasse a estagnação que sofria, devido à sua dependência, quase exclusiva, de actividades como a agricultura, a pesca e o turismo”.
Afirma este partido que o impacto do CINM no mercado de trabalho foi “muito positivo, pois permitiu oportunidades de emprego para jovens licenciados (e não só), bem como a recuperação de quadros activos madeirenses, desempregados que, muitas vezes, eram obrigados a emigrar. Não devemos esquecer, também, que o valor dos ordenados pagos no CINM superam a média nacional e aproximam-se muito das médias europeias. A criação directa e indirecta de empregos pelo CINM e um salário superior à média nacional geram um impacto muito positivo na nossa economia e permite ao trabalhador madeirense, afecto ao CINM, uma boa qualidade de vida, assim como um aumento do seu bem-estar social”, garante esta força política. “A instalação de muitas empresas nacionais e internacionais, quer na zona franca industrial, quer enquanto serviços de Sociedades Internacionais, proporcionou uma contribuição na ordem dos 21% do PIB, aumentando as receitas regionais, e permitiu, naturalmente, o chamado “efeito multiplicador” na economia regional, através da prestação de serviços ao CINM de empresas regionais nas mais diversas áreas, inclusive na área do turismo”. Por tudo isto, o PDR considera importante “defender o CINM na União Europeia e perante a opinião pública mundial, afirmando a sua estrutura como Zona Franca (zona de comércio livre) e não como Off-Shore, como, por vezes e erradamente, alguns consideram”.
Num comunicado à imprensa, o PDR considera que a posição accionista privada no CINM deveria ser minoritária, pois daria outra transparência e credibilidade, perante a União Europeia.