Rui Barreto no Dia do Trabalhador lembra quem não tem trabalho e apela à luta contra a abstenção

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“Se não cuidarmos da democracia, por muito imperfeita que seja, como disse o grande estadista liberal Winston Churchill, vamos entregar isto a loucos e a populistas”.

“Neste Dia do Trabalhador, a quem saúdo calorosamente, quero dirigir uma palavra de consolo a todos os que não têm trabalho porque é para eles que o CDS trabalha todos os dias quando desenha propostas para melhorar a economia e a competitividade e por essa via se possa gerar emprego”, declarou na noite de terça-feira o líder do CDS-PP, Rui Barreto, num encontro, no Funchal, para assinalar o 1.º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador”, refere uma nota do gabinete de comunicação do partido

Na mesma nota, refere-se que “Rui Barreto lamentou que a Madeira mantenha há vários anos a “maior taxa de desemprego do país” e prometeu trabalhar para reduzir o desemprego para que “se possa gozar de mais e melhor paz social” na Região.

Para isso, o líder da oposição preconizou uma descida da carga fiscal, para os trabalhadores e as empresas, incentivos à economia e à constituição de novas empresas, apoio aos produtos regionais e recordou que foi a “teimosia do CDS que levou o Governo Regional a baixar o preço dos passes sociais. “A nossa atenção está centrada nas pessoas e nas populações”, referiu.”

Voltando-se novamente para os trabalhadores, disse que não conhece “melhor reconhecimento do que o trabalho” porque “o rendimento compensa o nosso trabalho e isso dá-nos alento para uma vida melhor estruturada e conforto das famílias”, mencionou. “O meu primeiro pensamento hoje vai par todos os trabalhadores portugueses, em particular os madeirenses”, salientou.

Rui Barreto dirigiu palavras de solidariedade a todo o povo venezuelano, e, em particular, à comunidade madeirense, quando o país revive momentos de tensão e incerteza, desejando que “as forças militares e de segurança se juntem do lado certo da história” pela democracia e liberdade. “O comunismo nunca fez a felicidade de ninguém”, disse.

O líder do CDS-PP Madeira apontou o exemplo da Venezuela para alertar os madeirenses para os perigos para a democracia da abstenção, deixando que sejam outros a tomar decisões, quando se aproximam as eleições europeias de 26 de maio. “Devo dizer que estou preocupado com as sondagens e estudos de opinião que revelam a intenção de uma grande parte da população dizer que não pretende votar”, lamentou, para anotar: “Há indicadores que revelam que mais de 70% dos portugueses não irão às urnas, e que nos jovens, entre os 18 e os 25 anos de idade, a percentagem sobe para os 90%. Se não cuidarmos da democracia, por muito imperfeita que seja, como disse o grande estadista liberal Winston Churchill, vamos entregar isto a loucos e a populistas, que são aqueles que se aproveitam da anestesia, da falta de participação, da omissão do exercício da cidadania para encontrarem o seu espaço para chegarem ao poder, e quando lá chegarem, vão destruir os mais básicos valores essenciais”.


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