
O final da visita levada a cabo, esta manhã, ao Centro Internacional de Negócios, concretamente à empresa SAIPEM, o cabeça-de-lista do PSD às eleições europeias foi taxativo ao afirmar que é preciso «desconjurar o fantasma de que aqui não se geram postos de trabalho nem riqueza para a Região», sublinhando que basta uma visita ao local para que «a ideia de que as empresas que estão instaladas neste Centro Internacional de Negócios são empresas fantasmas ou fictícias caia por terra».
Uma nota do gabinete de comunicação social democrata, faz referência a declarações do candidato, onde este afirma que «há pessoas que não estão devidamente informadas ou que não se querem informar acerca deste espaço», reforça Paulo Rangel, destacando que a situação do Centro Internacional de Negócios da Madeira nada tem nada a ver com outras situações que realmente merecem atenção e reparo e afirmando mesmo que se for feito um juízo objetivo, este Centro não tem qualquer problema em ser avaliado ou inspecionado.
«Existe sobre o CINM uma fixação, uma obsessão sem qualquer fundamento que, na verdade, pode trazer prejuízos muito graves à economia da Madeira, em primeiro lugar mas, também, à economia nacional e à reputação do país», frisou ainda, acrescentando que, se em vez disso, «essas pessoas se fixassem nas outras situações que sim justificam a intervenção das instituições europeias, prestariam, certamente, um melhor serviço não só a Portugal e aos portugueses mas, também, até diria, à economia global».
Na sua passagem pelo Caniçal, Paulo Rangel teve a oportunidade de visitar, também, o porto de pesca do Caniçal, tendo ficado impressionado não apenas com a pesca do atum e com a comunidade piscatória existente naquela localidade, mas, também, com a frota pesqueira, que é relevante e precisa de ser renovada. «No Parlamento Europeu, nós, PSD – e permitam-me lembrar que aqui, mais uma vez, a Cláudia Monteiro de Aguiar assumiu um papel importante – já garantimos que, no próximo quadro comunitário de apoio, haja dinheiro para a renovação deste tipo de frotas, faltando apenas a posição do Conselho, ou seja, é o Governo da República que, uma vez mais, tem nas suas mãos essa responsabilidade e esperemos que cumpra», disse.
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