Arnaldo Matos mereceu homenagem póstuma na Madeira

No passado domingo, dia 14 de Abril, na Reitoria da Universidade da Madeira, realizou-se uma sessão de homenagem a Arnaldo Matos, apresentada e presidida por Cidália Guerreiro, companheira dos seus últimos anos. A ocasião congregou camaradas e amigos daquela figura política de esquerda.

A abrir a cerimónia foi exibido um pequeno vídeo que tentou resumir os aspectos mais marcantes e diversos de Arnaldo Matos. Em seguida, amigos de infância, companheiros da vida estudantil e profissional, quiseram contribuir com o seu testemunho, tendo sido referidos e lembrados por todos eles diversos episódios desde a infância, passando pela vida estudantil até à actualidade.

Entre os presentes, usaram da palavra Carlos Paisana, Quinídio Correia, Marcolino Pereira, José Maria Freitas Branco e Raimundo Quintal. Segundo a organização todos sublinharam “a sua firmeza, tenacidade, rapidez de raciocínio, humor fino  e, por vezes, sarcástico, a sua capacidade excepcional de direcção, o amigo incondicional, a pessoa alegre e afectuosa, mas intransigente na defesa das suas ideias”.

A encerrar, e em nome do Comité Central do PCTP/ MRPP, José Cruz salientou que “o desaparecimento físico do Camarada Arnaldo Matos, provocado pela sua morte, tem o peso da Montanha que mantém viva entre nós a sua memória, porque toda a sua vida foi dedicada à luta pela emancipação da Humanidade e pela construção de uma sociedade comunista sem exploradores nem explorados!…”

Após as intervenções teve lugar um momento de confraternização junto a uma exposição sobre Arnaldo Matos, organizada pelo professor e escultor madeirense António Rodrigues.


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