O partido “Nós, Cidadãos!” veio considerar publicamente que é urgente intervir em diversas escolas da Região. Em Novembro de 2018, recorda, o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque afirmou, na cerimónia do 40.º aniversário de uma escola do Funchal – e antes da aprovação do Orçamento Regional – que sabia que esta “precisa de melhoramentos” e bastaria um convite para um café, em meados de Fevereiro de 2019, pois nessa altura já poderia “anunciar quais os melhoramentos que vamos fazer”.
“Ora, a promessa e o café não se realizaram no prazo previsto, e foi só em Abril (dia 4) que o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, anunciou que dentro de seis meses, a Escola Básica e Secundária Dr. Ângelo Augusto da Silva (Levada) vai ser alvo, não de “melhoramentos”, mas de uma remodelação total, avaliada em quase dois milhões de euros, com o concurso das respectivas obras a avançarem já em fins de Setembro/princípio de Outubro do ano corrente.
Ao líder do Governo Regional em exercício, que afirmou que “é importante manter as escolas em boas condições”, NÓS, Cidadãos! recordamos que é preciso fazer muito mais neste domínio e há outras escolas, também no Funchal e noutros concelhos da RAM, que
há décadas esperam por obras “de melhoramentos” – melhor, de requalificação – como é o caso, por exemplo, das Escolas Secundárias Jaime Moniz e Francisco Franco, mas poderíamos citar outras, diz o partido, que aponta, nos estabelecimentos de ensino regionais, casoss como entrada de água em diversos pontos das escolas (salas de aula incluídas), risco de abatimento de tectos; coberturas que precisam de substituição; vidros de janelas partidos; pisos/pavimentos quase totalmente destruídos/esburacados pelo uso (e que urge substituir); portas e armários empenados; paredes riscadas e deterioradas; elevadores que não funcionam; portas de salas de aula com fechaduras que não operam; iluminação insuficiente em salas de aula e espaços comuns; sanitários avariados e a precisarem de renovação; existência ainda de quadros negros a giz onde já não é possível escrever; secretárias e cadeiras de alunos e professores totalmente danificadas/desconcertadas pelo uso e tempo; estrados que ameaçam ruir a qualquer instante; inexistência de computadores e projectores de vídeo, para além de outro material didáctico indispensável na actualidade às aulas; falta de cacifos para alunos e professores; cantinas e bares de alunos que esperam há décadas por obras de requalificação e novos equipamentos; bibliotecas escolares que carecem de obras indispensáveis – algumas já afiançadas há décadas – nas quais chove e onde livros/acervos
documentais importantes ameaçam perder-se a qualquer instante, etc.
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