O MPT- Movimento Partido da Terra participou no debate realizado na Assembleia Municipal da CMF sobre Habitação Social, denunciando várias situações que, no seu entender, prejudicam todos aqueles que vivem em habitações da Câmara Municipal ou que ainda aguardam por uma nova casa.
O MPT Madeira pede que a empresa SocioHabitaFunchal seja o mais transparente possível na atribuição de novas moradias, pois o que se ouve, é que as mesmas são atribuídas com critérios supostamente muito duvidosos, refere um comunicado do partido.
Esta estrutura política diz ter conhecimento de que têm sido atribuídas várias habitações tipologia T2 a agregados de uma só pessoa e a mesma tipologia (T2) para famílias de quatro pessoas, o que, para o MPT, nada mais é do que um favorecimento.
Por isso, o MPT pede “mais respeito pelas pessoas que ainda se encontram no Bairro da Penha de França, uma vez que têm sido prejudicados por defenderem os seus direitos, ainda ontem foram chamados para receber a casa e respectiva chave o que não veio a acontecer, pois queriam que estes assinassem um contrato sem ver a casa e sem receber a chave, o que causou estranheza aos moradores”.
O MPT manifestou-se ainda contra o aumento das rendas, bem como a penalização às famílias que a muito custo têm mantido as condições de habitabilidade das mesmas, e diz não aceitar que “com uma lista de espera de 3700 famílias a CMF não tenha como prioridade a Habitação Social, estando sim mais preocupada com a campanha eleitoral para as regionais em Setembro”.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.







