
O presidente do Conselho Médico da Madeira da Ordem dos Médicos, Pedro Freitas, disse hoje, na comissão de inquérito parlamentar ao funcionamento da unidade de Medicina Nuclear do SESARAM, que “formalmente, na Ordem, temos queixas, quer do SESARAM, quer de colegas, o processo está seguir os seus trâmites normais, dependemos do Conselho Regional do Sul, que tem um orgão para esse tipo de queixas. A nossa capacidade, na Região, está limitada do ponto de vista disciplinar nem teria cabimento”.
Pedro Freitas disse que a Ordem, na Região, tentou “ouvir o médico Rafael Macedo quando surgiu esta questão. Não devemos condenar ninguém, à partida. Não concordo com a forma como a situação foi transmitida cá para fora, mas tentámos inquirir e o Dr. Rafael faltou alegando que a convocatória continha erros. Cada um tem a sua verdade e queríamos saber a verdade do Dr. Rafael”.
Na perspetiva deste responsável pela Ordem, respondendo a questões dos deputados Carlos Rodrigues e Mário Pereira, é preciso separar as águas, uma coisa é o sistema regional de saúde, outra coisa são os profissionais e estes valorizam o serviço de Saúde. Este empolamento, por esta situação, talvez seja um alerta junto da população.
Pedro Freitas diz que a Ordem já tem alertado para várias situações: “São consultas, são listas de espera, cada vez mais estamos dependentes do exterior, mas a forma como foi dito é que não pode ser, acho que as declarações não foram feitas no lugar certo. Se tudo estivesse como devia, podia alguém dizer que acontecia isto e aquilo, ninguém dava importância, Se se dá este empolamento, é que a população considera que há problemas na Saúde, não por este episódio espcífico, empolado, mas por outras situações mais importantes de que não se fala”.
O médico diz que “o sistema público está a pecar pela lentidão da resposta e cada vez gasta mais dinheiro nos Orçamentos”
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