O presidente da Câmara Municipal do Funchal (CMF), Paulo Cafôfo disse, hoje, que a autarquia enviou cinco ofícios em 9 meses (sobre quedas de material do edifício e intrusão) ao proprietário das antigas instalações da Insular de Moinhos.
No dia seguinte ao incêndio, Paulo Cafôfo foi ao terreno elogiar o trabalho de todas as entidades envolvidas no combate ao incêndio assim como a rapidez -pouco mais de 4 horas- até que o fogo fosse declarado extinto.
Sobre a segurança das paredes, o autarca adiantou que, ainda hoje, notificou o proprietário do imóvel para monitorizar a segurança estrutural do prédio, reportando a CMF, de 24 em 24 horas, sobre o estado do edifício.
Recorde-se que, esta manhã, técnicos do Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC) já estiveram no local.
Sobre os propósitos do proprietário do imóvel para o local, disse que é público que há uma intenção de construir um hotel de cidade mas assegurou que, até ao momento, nenhum projecto entrou na autarquia.
Disse que as fachadas do edifício devem manter-se por ser um legado industrial a preservar, instado sobre se haveria ainda no interior do imóvel algum acervo histórico-industrial, disse desconhecer.
Veja aqui as declarações.
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