A Orquestra Clássica da Madeira apresenta hoje, pelas 21 horas, no átrio do Teatro Municipal Baltazar Dias, uma proposta diferente: um “happening musical”, com percussão, contrabaixo, bandolim, machete e guitarra. Trata-se, conforme a própria OCM assume, de uma “proposta improvável por músicos de formação erudita”.
O grupo, formado inicialmente pelos percussionistas Rui Rodrigues e Jorge Garcia, conta normalmente com a colaboração de diferentes músicos que conferem aos concertos sonoridades e efeitos sonoros especiais através das múltiplas possibilidades dos seus instrumentos. “Com um misto de improvisação e experimentalismo, todos os concertos são únicos em termos de formato, sonoridades e conteúdos, embalando o público em experiências singulares, fruto do usufruto de atmosferas novas e inesperadas de ambiências rítmicas e sonoras”, refere o director artístico da OCM, Norberto Gomes.
Para este concerto que se revelará de excepcionais momentos de criação e partilha sonora, um dos convidados é Norberto Cruz, bandolinista formado inicialmente na Madeira e posteriormente em Itália, com uma carreira cada vez mais internacional, Roberto Moritz, exímio tocador de machete, certamente o mais acarinhado instrumento madeirense, Rudolfo Cró, na guitarra, e Gábor Bolba, que habitualmente faz parceria nesta viagem surpreendente e improvável para músicos de formação erudita como é o caso de Rui Rodrigues e Jorge Garcia.
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