
O contrato de concessão com empresa responsável pelas ligações aéreas entre a Madeira e o Porto Santo, a Binter, da responsabilidade do Governo da República, já vai no segundo ajuste direto, que termina na próxima semana. Por isso mesmo, o assunto veio para cima da mesa na reunião entre o vice presidente do Governo Regional e o presidente da Câmara Municipal do Porto Santo, com Pedro Calado a garantir que o Executivo Madeirense já solicitou, ao Governo Central, “o esclarecimento sobre o porcedimento, uma vez que queríamos evitar os constrangimentos verificados em agosto, com os voos cancelados”.
Numa visita de trabalho à ilha, o vice presidente do Governo fez, com Idalino Vasconcelos, uma avaliação das obras e de questões internas de relacionamento com o Governo Regional, além de focar uma operação em curso, o desassoreamento do porto.
A este propósito, Calado lembrou que esta intervenção não era feita há quinze anos, sendo uma necessidade para garantir a segurança e navegabilidade do próprio porto, envolvendo um custo de 488 mil euros mais IVA e com um prazo de execução que fica em metade do que estava inicialmente previsto, uma vez que a empresa responsável pelos trabalhos está a laborar dias e noite, sem implicações ao nível de ruídos, pelo que reduzirá os 30 dias que estavam contemplados para a finalização da obra.
O vice presidente recordou que o objetivo visa “retirar areia do porto do Porto Santo, é uma areia limpa, que será colocada entre o cais e a zona do bar do Henrique”.
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