Governo de Costa está a usar os poderes do Estado para condicionar a população madeirense, avisa Albuquerque

Miguel Albuquerque militantes B
Miguel Albuquerque cumpriu hoje mais um encontro com militantes já a pensar em 2019.

O Governo central e intervenção nas eleições regionais de 2019 voltou ser um dos focos de Miguel Albuquerque, quando hoje fez declarações à margem de um encontro com militantes. Falou na bipolarização política entre o PSD e os socialistas que “sempre existiu na Madeira”, mas considerou-a, agora, “mais perigosa porque é encapotada, com o Governo Central a usar os poderes do Estado para condicionar a população madeirense”.

Para Miguel Albuquerque “o desafio que a Madeira tem no próximo ano eleitoral divide-se em duas vertentes. Ou a Madeira continua a ser governada pelos madeirenses que só se podem rever no partido autonomista que é o PSD/Madeira; Ou passam a ser mandados por Lisboa e a Autonomia perde-se”, sublinhou.

Acrescenta, lançando acusações ao PS local, dizendo que “não passa de um conjunto de forças inorgânicas, ligadas ao PS-Madeira, mandatárias do centralismo jacobino da esquerda lisboeta”, que não tem “nem estrutura, nem verticalidade, nem força” para garantir que a vontade dos madeirenses possa ser cumprida na Região”.

Miguel Albuquerque, como diz o povo, “puxa a braza à sua sardinha” ao afirmar que de um lado está  “o PSD/M, que durante 40 anos desenvolveu a Madeira, assumiu e continua a assumir os princípios autonómicos, como vetores estruturantes do desenvolvimento democrata da  sociedade regional”. Define as grandes prioridades para 2019: “Vencer as eleições e apresentar um programa em conformidade com aquilo que são as necessidades da Madeira para o futuro.”

Durante o ‘Encontro com Militantes’ das freguesias da Sé, São Pedro, Imaculado Coração de Maria e Santa Luzia, na sede da Rua dos Netos, e depois em Gaula na sede local, Albuquerque fez, ainda, um balanço da ação governativa conjunto dos militantes, e de tudo aquilo que o governo do PSD tem cumprido junto dos madeirenses.