A cidade do Funchal viu nascer, recentemente, as chamadas ilhas ecológicas. São, na verdade, eco-pontos subterrâneos há muito adotados em cidades turísticas portuguesas como é o caso de Portimão, onde o Funchal Notícias registou o funcionamento das ditas.

Efetivamente, caso não haja uma má utilização, o sistema traz várias vantagens. Em primeiro lugar, estas ilhas ecológicas são mais higiénicas, uma vez que impedem a libertação de odores.
Além disso, são mais funcionais, já que permitem uma recolha segura e cómoda de resíduos urbanos seletivos e indiferenciados.
As ilhas ecológicas possuem, também, um período de vida útil mais longo do que o dos contentores tradicionais, e exigem uma menor manutenção, permitindo otimizar os circuitos de recolha e a gestão da frota.
Em Portimão, Emarp significa “Empresa Municipal de Águas e Resíduos de Portimão”. O projeto das ilhas ecológicas foi iniciado em 2003 e atualmente conta já com 361 Ilhas instaladas.
Mas, diga-se de passagem, o Funchal até não foi muito longe na adoção da nova tecnologia. Quem, em bom rigor, trouxe este novo sistema para a Madeira foi a “Águas e Resíduos da Madeira” (ARM), em 2013, isntalando, por exemplo, uma destas ilhas no centro da cidade de Santana.
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