
Os números apontam para 1087 os visitantes da Capela da Mouraria registados em fevereiro. Portugueses mas também estrangeiros de várias nacionalidades, designadamente alemã, francesa, brasileira, espanhola, italiana, inglesa, chinesa, dinamarquesa e austríaca.
Desde a sua reabertura ao público, a 4 fevereiro de 2016, data que marcou o início das Comemorações dos 40 anos de Autonomia, a Capela de Santo António da Mouraria “tem suscitado o interesse e curiosidade do público”, refere uma informação enviada às Redações, referindo ainda que “algumas das entradas foram feitas em grupo, sob a orientação de um guia, enquanto que outras foram visitas programadas para alunos das escolas da Região”.
Dedicada a Santo António, Doutor da Igreja e sob a evocação de Santo António da Mouraria, esta Capela foi edificada nos inícios do século XVIII. A sua construção deveu-se ao provedor e juiz desembargador Dr. João de Aguiar, que, de acordo com a sua vontade registada em testamento, veio ali a ser sepultado. A fundação da Capela de Santo António da Mouraria data de 1714 e o alvará episcopal para o seu funcionamento data de 24 de dezembro de 1736. Tendo deixado de ser utilizada ao longo do século XIX, a Capela foi restaurada em todo o seu conjunto, reinstalada e redecorada com um conjunto de retábulo, imagem e alfaias da sua época de fundação. Foi solenemente reaberta ao culto a 4 de dezembro de 1990. O edifício encosta-se à antiga escadaria manuelina de acesso à Sala dos Contos, correndo ao longo da antiga muralha interior da fortificação, no sentido poente-nascente. De linhas bastante simples, ostenta, no entanto, um portal de cantaria rija regional e caraterísticas vincadamente barrocas. Interiormente, possui um pequeno espaço reservado à sacristia, ou a batistério, sob as escadas citadas, assim como um lava mãos de cantaria regional, no lado oposto
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