Congresso do CDS: Rui Barreto na Comissão Política de Cristas e Lopes da Fonseca na Comissão Diretiva

Foto CDS.

O CDS-PP Madeira conseguiu segurar os lugares de topo que tinha nos órgãos nacionais do partido.

O líder regional, António Lopes da Fonseca mantém-se na Comissão Diretiva, órgão que aglutina um núcleo restrito de personalidades de consulta de Assunção Cristas, Rui Barreto na Comissão Política, Teófilo Cunha na vice-presidência da Mesa do Congresso e Carla Baptista Freitas no Conselho Nacional, no lugar que até domingo foi de Mário Pereira.

Maria Eugénia integra o Senado, órgão agora criado pela líder nacional onde têm assento personalidades do partido de todas as regiões.

“Colocar a Autonomia no plano nacional”

Segundo uma nota de imprensa hoje divulgada, a delegação do CDS-PP Madeira deixa o Congresso de Lamego “satisfeita” com os resultados obtidos, porque o crescimento nacional do partido e, em consequência, a influência de outras concelhias, não reduziu o peso político da estrutura regional nos órgãos nacionais, o que é também interpretado como um sinal de respeito de Assunção Cristas e reconhecimento dos resultados obtidos nas autárquicas, com a eleição da vereadora na Ponta do Sol, o que não acontecia há 20 anos, a conquista de mais duas justas de freguesia, a vice-presidência da Câmara da Ribeira Brava e a manutenção folgada do vereador na Câmara do Funchal.

O presidente do CDS Madeira descreve como “um momento importante” a apresentação da moção sectorial “Compromisso pela Madeira”, por considerar que a Autonomia voltou a ser colocada num plano elevado a nível nacional, esperando agora que o partido, quando voltar a ser governo, faça cumprir os princípios consagrados constitucionalmente, nomeadamente ao nível da criação de um sistema fiscal próprio; garantias do cumprimento da continuidade territorial em matérias como os transportes aéreos e marítimos, assegurando a mobilidade territorial das pessoas mas também a redução dos custos com as mercadorias e as comunicações; dentro do mesmo princípio o Estado deve assumir responsabilidades financeiras com os custos da Saúde e Educação na Região; contribuir com respostas concretas no plano social e económico ao movimento de regresso de emigrantes à Região.