
O Santo da Serra está a ser bastante fustigado pelo temporal que está a atingir a Madeira e neste momento todos os meios operacionais das forças de intervenção e da Proteção Civil Municipal de Machico estão mobilizados para acudir às populações. Há derocadas, queda de árvores e três casas isoladas, um cenário considerado muito difícil.

Márcio Gouveia, o coordenador Municipal de Proteção Civil confirma a dimensão das dificuldades que o concelho atravessa em termos de mau tempo e dá conta de que o caso do Santo da Serra é o mais preocupante, desde domingo, mas com maior incidência nas últimas horas em que há agravamento do tempo.
Com diversas derrocadas e queda de árvores, a principal preocupação da Proteção Civil local “é desenvolver a intervenção no sentido de desobstruir as estradas para que estas se mantenham transitáveis, ainda que de forma condicionada”, diz o responsável pelo serviço, que aponta a ocorrência de uma derrocada na Fajã dos Rolos, Cabeço da Rocha, Santo da Serra, como o maior problema, uma vez que deixou três casas isoladas.
Nesta operação, que envolve todos os meios disponíveis, a Proteção Civil tem contado com a colaboração de uma empresa, que mobilizou máquinas pesadas que em muito têm contribuído nos trabalhos de desobstrução das estradas.
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