Pragas e seguro de colheitas levadas a plenário pela oposição

Fotos Rui Marote

Pragas. De ratos, escaravelhos, das abelhas, do castanheiro, das cerejeiras, dos animais errantes.

Os assuntos foram hoje levados a plenário por diversos deputados da aposição em sede de perguntas ao secretário regional da Agricultura e Pescas, Humberto Vasconcelos.

A todas elas, o governante deu resposta.

Por exemplo, o parasitóide introduzido para combater a praga da mosca asiática nos castanheiros ou os 168 mil euros orçamentados para 2018 para compra de raticida.

O governo regional vai também avançar com protocolos para a realização de ações de esterilização de animais errantes uma vez que, na ótica do governante, as câmaras deveriam contratar técnicos para o efeito, mas os processos estão atrasados há mais de um ano.

Sobre esta matéria, o governante disse que a Região foi pioneira no país na proibição de abate de animais de companhia e errantes.

Os seguros de colheitas, considerados ineficazes pela oposição, foi outro assunto debatido assim como os atrasos no pagamento dos excedentes da produção de uvas.

Humberto Vasconcelos garantiu que o seguro de colheitas, na Região, é mias abrangente ainda do que o seguro nacional.

Sobre a empresa que gere a banana (GESBA), diz o governante que as críticas da oposição caem por terra com o aumento da produção que já vai nas 22 mil toneladas.

A Escola Agrícola de São Vicente e os investimentos nas Casas do Povo foram outros assuntos trazidos à liça.

No que tange às Casas do Povo, Humberto Vasconcelos anunciou que estão orçamentados 270 mil euros para 2018.

Sobre o sector dos vimes, Humberto Vasconcelos disse que a reestruturação do Café Relógio, na Camacha, num investimento privado com apoios comunitários irá impulsionar o sector.

Para o Porto Santo, o governante relevou a aposta na casta caracol, a construção de uma pequena adega, a abertura de um balcão da secretaria na loja do cidadão do Porto Santo e novos projetos na produção do maracujá, tabaibos e pitanga.

Em matéria de pescas, enalteceu a manutenção das quotas de pesca e anunciou que, em 2018, serão realizadas na Madeira duas reuniões do ICCAT (Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos).