Diretora de loja no “Continente” da Ribeira Brava alvo de críticas pela forma como trata o pessoal

Uma diretora de loja do hipermercado “Continente”, na Ribeira Brava, está a ser alvo de muitas críticas, quer de colegas quer dos próprios clientes, devido à forma alegadamente autoritária e arbitrária como trata o pessoal e até mesmo os clientes.

O assunto está a ser divulgado nas redes sociais, pela mão de Mónica Freitas, que testemunhou, juntamente com o marido, uma ocorrência no respetivo estabelecimento. Uma funcionária da caixa foi verbalmente desconsiderada pela nova diretora de loja, cujo nome está a ser também divulgado nas redes sociais, publicando o FN apenas as iniciais, AS. Este trato “intolerável” foi feito na presença de uma fila de clientes que se preparavam para pagar as compras. Ao ser advertida pelos clientes para o mau exemplo e atitude incorreta perante a funcionária da caixa – já em lágrimas –  e até mesmo os clientes, a nova diretora de loja terá respondido “eu é que mando aqui; estou a fazer o meu trabalho  e ela (a funcionária) que faça também o dela”. Depois, virou as costas a toda a gente e foi embora”. O casal, indignado, prescindiu das compras e abandonou o “Continente”.

Dias depois, o mesmo casal falou com funcionários do mesmo hipermercado que confirmam o autoritarismo da nova diretora, com ameaças de processos disciplinares, sem sequer ter em linha de conta que o pessoal é cada vez mais escasso para responder às solicitações dos clientes, trabalhando muito para além do que é possível.

Por isso, Mónica Freitas alerta nas redes sociais: “Como é possível, em pleno século XXI, ainda se ver este tipo de coisas? Da minha parte, bem poucas vezes vamos pôr os pés nesse estabelecimento… Como é possível o Continente ter uma diretora que trata os funcionários assim? Já tivemos um negócio no estrangeiro e nunca tratámos ninguém mal porque, para um bom negócio funcionar, temos que dar valor e respeitar os funcionários para eles se sentirem bem e gostarem do que fazem e assim ficamos todos a ganhar. Essa senhora não vai ganhar nada se continuar a tratar assim as pessoas, pelo contrário, os trabalhadores vão ficar desmotivados e revoltados, sem vontade de trabalhar  e isso reflete-se em tudo(…)”