
O vereador do CDS/PP na Câmara Municipal do Funchal avisa não estar disponível para se comprometer “com aumento de impostos”, deixando assim aberto um chumbo ao Orçamento da CMF para 2018.
Tudo porque “o presidente da CMF anunciou publicamente um agravamento da derrama de 0,5% para 1,5% para as empresa com lucro tributável acima dos 150 mil euros”, uma decisão que, segundo Rui Barreto, “contraria toda a lógica discursiva de Paulo Cafôfo durante a campanha para as autárquicas e surge em contra ciclo com o momento financeiro da autarquia, que é hoje razoável, tem um saldo corrente de 11 milhões de euros e um resultado líquido de 6,2 milhões de euros”.
Para o vereador do CDS há condições para um desagravamento fiscal, porque são as empresas que geram riqueza, e não para proceder a um agravamento. Diz que a Câmara encontra-se numa situação que permite aliviar a carga fiscal, dublinhando que o caminho que a CMF deve tomar “é de crescimento e da criação de riqueza, não de cumento de impostos”.
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