A qualidade dos espaços onde crianças e jovens aprendem, estudam e convivem deveria ser uma preocupação de toda a sociedade, diz a delegação da Madeira da Ordem dos Arquitectos. “A Madeira tem boa arquitectura escolar: a Francisco Franco e a Jaime Moniz são dois excelentes exemplos da solidez e sobriedade com que se desenhavam e construíam os antigos liceus; a escola primária do Porto Santo, projectada em 1959 por Chorão Ramalho, é outro belo exemplo de arquitectura para o ensino. Nos últimos 40 anos, porém, a mediocridade proliferou. Projectos de escolas importados e mal adaptados aos lugares onde se implantam tornam a frequência destes estabelecimentos uma experiência dolorosa para alunos e professores”, refere a Ordem.
Esta opinião dos arquitectos regionais é divulgada num comunicado de imprensa que vem chamar, mais uma vez, a atenção para uma conferência/acção de formação creditada pela SRE, que se realiza no Teatro Municipal no dia 21, às 14 horas, e da qual o Funchal Notícias já deu conta.
Intitulada “Arquitectura para o Ensino”, a conferência prevê intervenções de Paula Torgal, Rui Campos Matos, Paulo Cafôfo, Gonçalo Canto Moniz, Robert Alewinjse, José Neves, Eduardo Sá, Pedro Machado Costa e Constanze Sixt e Juan Antonio Gonzalez Perez.
Tudo isto são razões mais do que suficientes para que, no dia 21 de Outubro, comemorando o Dia da Arquitectura, a Delegação da Madeira da Ordem dos Arquitectos vá levar a efeito, no Teatro Municipal Baltazar Dias, uma conferência internacional intitulada “Arquitectura Para o Ensino”. Para o efeito convidamos um variado painel de arquitectos europeus e nacionais e o Psicólogo Eduardo Sá. Contamos com a participação de todos: professores, educadores, pais, alunos, decisores políticos.
Junto anexamos o programa e o cartaz.
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