
Para uma plateia de meio milhar de apoiantes, juntos na sede da Liga dos Combatentes, o candidato do CDS/PP à Câmara do Funchal antigo paiol, afirmou-se confiante “num bom resultado”, disse que “a verdadeira sondagem é aquela que o povo irá ratificar no dia 1 de outubro”, até lá promete continuar a trabalhar “com humildade nesta candidatura construtora de ideias, disponível para aceitar e responder de forma elevado à responsabilidade que o eleitorado do Funchal vier a conferir-lhe no dia das eleições”.
Neste evento, participaram todos os candidatos às Juntas de Freguesia, a equipa da Vereação e os candidatos à Assembleia Municipal. Rui Barreto foi várias vezes interrompido com os aplausos dos presentes, em particular quando referiu algumas das suas propostas para a Cidade e quando mencionou que “o Paulo Cafôfo desiludiu, a Rubina não entusiasma e promete fazer agora o que não fez em oito anos na Câmara e dois anos e meio no Governo, a alternativa é a candidatura do CDS-PP”.
De Paulo Cafôfo, Rui Barreto disse que quando alguém “muda de nome é porque tem vergonha do seu passado”, numa alusão ao facto de a “Mudança” passar a chamar-se “Confiança”, talvez porque “na verdade não houve mudança nenhuma”.
Rui Barreto voltou a pedir respeito pelo dinheiro dos contribuintes e criticou o facto do atual presidente da Câmara “querer trazer a polícia municipal para transferir custos da Administração Interna para os funchalenses”.
Voltou a defender uma Câmara eficaz, menos burocrática, mais rápida, que “valorize cada munícipe e de cada investidor”. Apontou objetivos para as famílias, para os idosos, para uma “melhor qualidade de vida”.
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