A “música” é outra

Acordeão JM
Futuro do JM com “música de fundo”.

É verdade que andou muita gente a “dar música” nesta “grande solução” encontrada para o nóvel JM (J que podia ser de Jornal, mas não é, ou de outra coisa qualquer começada por J e M que pode ser de Madeira, mas não é, ou de outra coisa qualquer começada por M), vendido “oficialmente” aos privados ACIN e Grupo Girão, com orientação editorial recrutada no “insuspeito” e “independente” DN. Música da boa, como se pode ver.

Por isso, os que ontem passaram pelas instalações do “jovem” jornal, interrogaram-se sobre um indivíduo que escolheu a zona para um “concerto” de acordeão, com um peditório à mistura, que naturalmente não foi incluído no negócio de compra com tudo pago, mas que ali estava a tocar quanto mais podia e que pedia quanto mais tocava. Estepilha, foi por pouco tempo, não se sabe se as pessoas já tinham dado para outro peditório, se o homem foi aconselhado a tocar para outro lado, porque ali a música já era outra. O homem tem direito à vida e, cá para nós que ninguém nos ouve, todos são livres de resolver a sua vidinha. A “toque de caixa”, como diz o povo, ou “encaixando no toque”, tanto faz.

Se o conserto a dar for ao som de um concerto a sério e se os conselhos que vão dando para “endireitar” (leia-se recuperar) os concelhos, tiverem resultados brevemente, lá para outubro, tanto a música como a dança vão animar o povo e o povo quando é animado até gosta e compensa.

Se houver desafino, será um desatino para quem andou a propagandear uma afinação…desafinada.

Da mesma forma que muita água passará debaixo das pontes, ainda há muita música para correr pela Fernão de Ornelas.

Estepilha…!!


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