O PS-Madeira respondeu a Rubina Berardo, e às acusações que dirigiu a Carlos Pereira, por não comparência na Assembleia da República quando se discutiam matérias de interesse para a Madeira. Diz um comunicado dos socialistas que Rubina Berardo “tem graves problemas em lidar com a realidade e, em concreto, com a verdade, optando, sem qualquer pudor, pela mentira e pelo populismo barato e enganador, eivado de acusações torpes”. Porquê? Porque, alegam os socialistas, o presidente do PS-Madeira e vice-presidente do GPPS na Assembleia da República, Carlos Pereira, não esteve presente na audição à ex-Ministra das Finanças do anterior governo do PSD/CDS, Maria Luís Albuquerque, simplesmente primeiro porque não pertence a essa comissão e porque estava, à mesma hora, na audição aos secretários regionais da Economia e Turismo, da Madeira e dos Açores, sobre o subsídio de mobilidade, tema de extrema importância para os madeirenses e porto-santenses.
“O caricato é que nessa audição também esteve presente a deputada do PSD-M, Sara Madruga da Costa. Ou seja: fica público que os deputados do PSD-M, em São Bento, andam de costas voltadas uns para os outros e que nem sequer comunicam entre si, dado que se houvesse comunicação não diriam as mentiras que tanto gáudio fazem questão de propalar, caindo no total ridículo na opinião pública, como aliás bem demonstram as intenções de voto dos eleitores da Madeira e Porto-Santo cada vez mais afastados do PSD-M”, fulmina o comunicado assinado pela direcção do PS-Madeira.
Os socialistas madeirenses consideram que só se pode entender o dom da ubiquidade que a deputada do PSD-M julga que o presidente do PS-Madeira e vice-presidente do GPPS, na Assembleia da República, tem, “como um claro sinal do enorme e incansável trabalho que está a ser efectuado, em prol da Madeira e Porto Santo, por Carlos Pereira, sendo ainda de acrescentar que o Governo da República do PS demonstra, diariamente, que governa melhor o país, além de ser solidário com a Região, consoante se tem visto, o que antes não acontecia com o governo do PSD/CDS”.
Por outro lado, diz o PS-M, não há nenhum problema do Governo da República em relação ao Centro Internacional de Negócios da Madeira. “Pelo contrário, tanto o Governo da República como o PS-Madeira defendem o CINM porque sabem da sua importância para a economia e fiscalidade da RAM, logo, nesta matéria, as referências da deputada do PSD-M só podem mesmo resultar de quem vive em Lisboa há alguns anos e perdeu a noção da realidade insular e autonómica”.
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