Nós, Cidadãos! denuncia situação das viaturas de transporte de doentes do SESARAM

O partido Nós, Cidadãos! veio alertar para uma nova situação de viaturas de transporte de doentes do SESARAM, EPE que estão paradas à espera da renovação dos contratos de manutenção – e respectiva manutenção técnica – e de inspecções periódicas.
“O partido Nós, Cidadãos! – Madeira e Porto Santo vem por este meio comunicar – e
manifestar a sua preocupação – pela nova sequência (continuidade) de falta de manutenção
das viaturas de transporte de doentes do SESARAM, EPE, o que tem agravado (e
prejudicado) não só o funcionamento do serviço mas também aumentado o número de
reclamações dos doentes/utentes – e seus familiares – que ficam em casa, e que muitas
vezes já estão preparados para irem a uma consulta ou fazer um qualquer tratamento de
reabilitação ou realizar um meio de diagnóstico, e o transporte não chega e nada lhes é
informado”, denuncia esta força política.
A mesma considera “recorrente a questão sobre o mau funcionamento do serviço de transporte não urgente de doentes, e diz que, ao que parece, o actual secretário regional da Saúde, Pedro Ramos, já se comprometeu que seriam adquiridas viaturas para ajudar neste tipo de função, tornando mais ágil esta prestação do serviço aos utentes/doentes, mas tal compromisso ainda não foi efectivado. Por outras palavras, as novas viaturas tardam em chegar!”, queixa-se o partido.
O Nós, Cidadãos!, diz que as viaturas actuais já deram provas de que são insuficientes e algumas estão mesmo “encostadas” pois a circunstância de falta de manutenção e segurança em que se encontram não permite já a sua operacionalidade. Algumas destas viaturas, assevera aguardam urgentemente a substituição de pneus, pára-brisas, pastilhas de
travão…, outras precisam de uma revisão mecânica mais acentuada, e algumas estão
inclusivamente já no período em que têm de ser inspeccionadas.
“Para além disto, presentemente repete-se – e como forma de minimizar estas carências e
os constrangimentos provocados nos doentes/utentes – a colaboração da delegação
regional da Cruz Vermelha Portuguesa com o empréstimo de, ao que pudemos apurar, duas
ambulâncias”, refere o partido.

“A persistência desta situação vem demonstrar uma clara “inactividade” por parte de quem tem a responsabilidade gerir bem os recursos públicos e os operacionais que prestam um importante serviço aos cidadãos, e também demonstram um incumprimento persistente por parte daqueles que prometem muito em tempos de campanha política, mas depois demonstram – na prática – dar pouca ou nenhuma importância aos assuntos/problemas (neste caso, na área da Saúde) que afectam a vida das pessoas”, conclui uma nota de imprensa.