O secretário regional da Saúde, Pedro Ramos, reagiu hoje a notícias divulgadas na comunicação social regional, sobre a falta de medicamentos no Serviço Regional de Saúde. Falando a partir da capital portuguesa, onde se encontra para uma série de reuniões com entidades nacionais da área da Saúde, o governante disse-se surpreendido com este alegado “problema”, que faz questão de situar entre aspas, quanto aos medicamentos e às vacinas.
Pedro Ramos faz questão de “tranquilizar a população da RAM” uma vez que “nenhuma das substâncias referidas traz qualquer tipo de problema se ocasionalmente não estiver disponível”. Em segundo lugar, e no que diz respeito às vacinas, informa que no decorrer desta viagem a Lisboa, acompanha-o o presidente do IASAÚDE, e através de contactos com esta instituição foi possível apurar que “só no dia 22 e no dia 23 entraram na Madeira duas mil vacinas, para além de outras que estavam recomendadas para as grávidas que vão começar a ser chamadas”.
O secretário regional da Saúde acusa a “ignorância de alguns” pela criação de perspectivas “alarmistas”. Garante que o Serviço Regional de Saúde tem uma estratégia definida que passa por dar resposta a todos os níveis, nomeadamente aos cuidados de saúde primários, aos cuidados hospitalares, aos cuidados terciários, continuados, de reabilitação e de reinserção social”.
Garantindo que as metas que foram traçadas são para ser atingidas até ao final de 2019, Pedro Ramos acrescenta que para isso o Governo está a trabalhar em equipa, com todos os profissionais de saúde da RAM, e com todos aqueles que de uma forma ou de outra podem contribuir para atingir este patamar.
Considerando “prematuras” as notícias publicadas hoje na imprensa regional, afirmou que as mesmas têm apenas por objectivo “denegrir o SRS da RAM”.
“Como responsável desse serviço, vi-me na obrigação de tentar tranquilizar a nossa população, uma vez que outros intervenientes da nossa sociedade persistem em fornecer informação com carácter alarmista sem fundamentação (…)”, concluiu.
“Nas situações em que a vida do indivíduo pode ser posta em risco”, afiançou, “a população pode estar tranquila, porque o Serviço Regional de Saúde está a dar resposta, com segurança e com qualidade, como foi recentemente reconhecido pela Direcção-Geral de Saúde do nosso país”.
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